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Reflexões- Página 2

   
 
 

 

 

O QUE FAZ O MEDO

Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.

Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, a qual haviam gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.

Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia: "Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados".

Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.

Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe:

Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?

Diga, soldado.

* O que havia atrás da assustadora porta?*
Vá e veja.

O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que à medida que o faz, raios de sol vão adendando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.

O soldado admirado apenas olha seu rei que diz: Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?
Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?


(autor desconhecido)

Enviado por Sónia


Inteligente, comum ou Medíocre?!?!?


Manuel foi transferido do projecto onde estava inserido. Logo no primeiro dia, para dar graxa ao chefe, saiu-se com esta:

- Chefe, nem imagina o que me contaram a respeito do Silva.
Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, o chefe retorquiu:
- Espere um pouco, Manuel. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

- Peneiras? Que peneiras, chefe?

- A primeira, Manuel, é a da VERDADE. Tem a certeza de que esse facto é absolutamente verdadeiro?

- Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram.

- Então a sua história já passou pela primeira peneira.

Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE.

O que me vai contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Claro que não! Nem pensar, Chefe.

- Então, sua historia passou pela segunda peneira.

Vamos ver a terceira peneira que é da NECESSIDADE.

Acha mesmo necessário contar-me esse facto ou mesmo passá-lo adiante?

- Não chefe.

Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar

- fala Manuel, surpreendido.

- Pois é Manuel.

Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem estas peneiras?

- diz o chefe a sorrir e continua:

- Da próxima vez que surgir um boato, submeta-o ao crivo das três peneiras:

VERDADE, BONDADE, NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:

PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDEIAS;

PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS;

PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.

autor desconhecido

Enviado por Sónia

Nem tudo é o que aparenta

Dona Angélica era professora. Residia em uma pequena cidade e dava aulas numa vila próxima.

Não era considerada uma pessoa equilibrada em razão do seu  comportamento, que parecia um tanto esquisito. Os alunos da escola de primeiro grau tinham-ma como uma pessoa  muito  estranha. Eles  observavam  que a professora, nas suas viagens de ida e volta do lar à escola, fazia gestos e movimentos com as mãos, que não conseguiam entender, e por esse motivo, pensavam que ela era meio fora do juízo.

Pela janela do comboio, Dona  Angélica fazia  acenos com se  estivesse dizendo adeus a alguém   invisível  aos   olhos de  todos. As  crianças  faziam zombarias, criticavam-na, mas ela não sabia, pois os comentários eram feitos às escondidas.

Todos, inclusive os pais e demais professores achavam que ela era maluca, embora reconhecessem que era uma excelente educadora.

Os anos se passavam e a situação continuava a mesma. Várias gerações receberam, da bondosa e dedicada professora, ensinamentos valiosos e abençoados. Dona Angélica era uma pessoa de boas maneiras, calma e gentil, mas não muito bem compreendida.

Envelhecia no exercício do dever de preparar as crianças para um futuro melhor, com espírito de abnegação e devoção quase maternal.

Certo dia em  que  viajava para  sua querida escola,  com  diversas  crianças  na mesma classe do comboio,  movimentava,  como  sempre,  as  mãos  para  fora  da janela. Os alunos  sentados  na  parte  de  trás  sorriam  maliciosamente  quando Alberto, seu aluno de dez anos, porque amava muito sua mestra, sentou-se ao seu lado e, com ternura, lhe perguntou: 

Professora Porque é que insiste em continuar essas atitudes loucas?.

Que quer dizer, filho? interrogou, surpresa, a bondosa senhora.

Ora, professora - continuou ele - você fica dando adeus para os animais, abanando as mãos... isso não é loucura?

A mestra amiga compreendeu e sorriu. Sinceramente emocionada, chamou a atenção do aluno, dizendo: 

Veja esta bolsa - e apontou para a intimidade do objecto de couro forrado. Nota o que há lá dentro?

Sim, respondeu Alberto. A professora respondeu calmamente: pólen de flores. São sementes miúdas... Há quase vinte anos eu passo por este caminho, indo e vindo da escola. A estrada, antes, era feia, árida, desagradável.

Eu tive a ideia de embelezar, semeando flores. Desse modo, de quando em quando, junto  sementes de belas e delicadas flores do campo e as atiro pela janela.

Sei que caindo em terra amiga e, acarinhadas pela primavera, se transformarão em plantas a produzirem flores, dando cor e alegria à paisagem.

Como você pode perceber, a paisagem já não é mais árida. Há flores de diversos matizes e suave perfume no ar, que a brisa se encarrega de espalhar por todos os lados.

Na vida, todos somos semeadores... Uns semeiam flores e descobrem belezas, perfumes e frutos. Ninguém vive sem semear, seja o bem, seja o mal...

Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes de amor, de bondade de afecto.

enviado por Pedro Costa

 

 

 

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